Problemas de coração? A solução para isso pode estar em dietas e exercícios

Estima-se que 70 a 80% dos casos de infarto podem ser prevenidos com a adoção de medidas adequadas


Em uma entrevista concedida à CNN en Español, o Dr. Francisco López garantiu que, em muitos casos, as doenças cardíacas são silenciosas. Dentre as práticas mais efetivas para cuidar do coração estão a dieta saudável e a prática de exercícios físicos.

Sintomas podem não ser clássicos

De acordo com o Dr. Francisco López, o infarto é a causa número um de morte entre os hispânicos, não apenas nos Estados Unidos, mas também em toda a América Latina.

Neste contexto, a prevenção das doenças cardiovasculares é possível? Segundo López, estima-se que 70 a 80% dos casos de infarto podem ser prevenidos com a adoção de medidas adequadas, tais como exercícios e alimentação saudável, além dos medicamentos necessários.

Problemas de coração? A solução para isso pode estar em dietas e exercícios

Foto: depositphotos


O infarto é também conhecido como “assassino silencioso” e, por isso, o indivíduo deve conhecer alguns sinais para que não seja tarde demais. O Dr. Francisco López afirma que esse é um ponto muito importante, pois em alguns pacientes a doença cardíaca não apresenta nenhum sintoma; já em outros, os sintomas não são muito clássicos. Para saber se está em risco, é importante que o indivíduo se submeta a avaliações médicas, para saber como está a sua pressão arterial, se tem diabetes, checar o colesterol e outros fatores. Somente assim será possível que os médicos determinem se o risco para problemas cardíacos é alto, médio ou baixo.

Como prevenir um infarto?

Para prevenir as doenças cardíacas, tanto a dieta quanto os exercícios são muito importantes.

Uma dúvida bastante comum com relação ao tema envolve a questão genética: o indivíduo pode estar mais predisposto a sofrer de problemas cardíacos devido aos genes? De acordo com o Dr. Francisco López, sim, a genética pode desempenhar um papel muito importante. Na entrevista cedida à CNN en Español, o profissional explica que existem certas famílias que têm mais risco de ter infarto que outras, especialmente naquelas em que um membro já tenha sofrido um infarto em idade jovem, isto é, antes dos 55 anos de idade.

No entanto, o cardiologista alerta que o risco genético é relativamente pequeno se comparado com as consequências da falta de exercícios, a alimentação inadequada e o não acompanhamento dos índices de colesterol, glicose e pressão arterial.


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