Os malefícios de comer a salsicha de hot dog. Quais são eles

A salsicha engloba o grupo de alimentos desaconselhados para o consumo, de acordo com a OMS

O consumo de hot dog, ou cachorro-quente, é muito comum na sociedade brasileira, inclusive na substituição de certas refeições. Contudo, esta prática além de não ser nutritiva é também extremamente prejudicial ao organismo humano, uma vez que a salsicha está repleta de aditivos químicos, gorduras, sal e mais uma série de substâncias maléficas à saúde.

Por estas razões, a salsicha engloba o grupo das carnes processadas que são alimentos altamente prejudiciais as pessoas e desaconselháveis para o consumo, de acordo com relatório emitido pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Através de uma pesquisa feita pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (Iarc, na sigla em inglês), órgão ligado a OMS, a salsicha junto a linguiça, bacon e presunto, estão classificados como alimentos cancerígenos de mesmo nível que o tabaco, fumaça de óleo diesel e amianto.

Mas, além de apresentar grandes riscos no desenvolvimento de câncer no organismo humano, a salsicha também pode ser responsável por outros problemas de saúde. Ter conhecimento destes riscos auxilia no processo de eliminação ou diminuição deste alimento nas refeições diárias.

Os malefícios de comer a salsicha de hot dog. Quais são eles

Foto: deposiphotos

Salsicha: um cancerígeno em potencial

De acordo com os pesquisadores do Iarc, a salsicha compõe um grupo de “produtos transformados por salgamento, curagem, fermentação, defumação e outros processos para realçar sabor ou melhorar a preservação”. Neste sentido, pode-se dizer que muitas das substâncias utilizadas para produzir esta carne processada são responsáveis por desenvolver câncer no corpo humano.

Por exemplo, a quantidade de sódio encontrada na salsicha é suficiente para aumentar o risco de câncer no estômago. Além disso, existem outras substâncias, pouco conhecidas, que são capazes de fomentar o desenvolvimento de células cancerígenas, como o “haems”, elemento que pode deteriorar as células do intestino elevando as chances de um possível câncer neste órgão; e os nitritos e nitratos, outros elementos presentes nesta carne processada que ao entrarem no organismo se transformam em potenciais cancerígenos.

Assim, ainda levando em consideração o estudo feito pelo Iarc, se uma pessoa consome 50 g de carne processada, ela estará, automaticamente, aumentando o risco de desenvolver câncer colorretal em 18%. Sendo este tipo de câncer o segundo mais comum diagnosticado em mulheres e o terceiro mais comum em homens.

Outros riscos desencadeados pelo consumo de salsicha

Além do grande risco de câncer, a salsicha também está relacionada a outros problemas de saúde. De acordo com um pesquisa feita pela Universidade de Harvard, o consumo de carne processada, feito de forma diária e mesmo que em poucas quantidades, pode aumentar em 20% o risco de mortes prematuras. Este dado revela os demais malefícios deste alimento, uma vez que ele prejudica a circulação sanguínea, aumenta o colesterol, interfere na pressão arterial etc.

Esteticamente falando, este alimento também pode gerar danos. Isto porque, a salsicha é consumida com outros alimentos, a exemplo do pão. Rico em carboidratos, este item contribui para o ganho de peso e pode está relacionado à fatores como a obesidade. Sendo assim, é extremamente desaconselhável o consumo de salsicha, seja ela em qual formato for servida.

Sobre o autor

Jornalista (MTB-PE: 6750), formada em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, pela UniFavip-DeVry, escreve artigos para os mais diversos veículos. Produz um conteúdo original, é atualizada com as noções de SEO e tem versatilidade na produção dos textos.