Descubra: açúcar e fritura podem fazer mal ao cérebro?

O açúcar e a fritura estão no cardápio diário das pessoas. Conheça os males dessa dieta para o cérebro


Diziam os mais velhos que o que não mata, engorda. Mas há um ingrediente e um tipo de alimento que serve para provar o contrário: é possível uma comida, não só engordar, como também matar.

O açúcar e a fritura são uma das comidas e ingredientes mais queridas pelas pessoas. Mas o consumo em excesso pode trazer males que vão além de só engordar.

Já sabemos que as gorduras e o açúcar podem afetar os rins, sangue, estômago e tantos outros órgãos e partes do organismo. A novidade, talvez, é que esses alimentos também podem danificar o cérebro.

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Foto: depositphotos

Fritura e açúcar x cérebro

Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia divulgou que a ingestão de açúcar em excesso pode dificultar a comunicação entre os neurônios, o que resulta em um cérebro com uma maior lentidão para responder a estímulos.

Embora a glicose seja um elemento essencial para o nosso cérebro, o excesso dele pode trazer vários danos para o órgão.


O professor e fitoterapeuta Hilton Claudinio destacou no programa “Nos passos de Paulo” que o açúcar pode ocasionar várias doenças. “Não só o açúcar, como também as frituras, muitas vezes estão por trás de enfermidades como o Alzheimer”, revela.

Ainda segundo Hilton, as frituras contêm uma alto teor de gordura saturada, que é a mais danosa para o organismo humano.

Precisamos da gordura para sobreviver, a que chamamos de “gordura boa”, que pode ser encontrada em alimentos como abacate, nozes, azeite, peixes, entre outros. Mas ela jamais será encontrada nas frituras.

Mesmo que os alimentos sejam fritados em óleos vegetais de boa qualidade, ele é transformado em um tipo de gordura que deve ser eliminado da nossa dieta.

As frituras e outros alimentos que são muito gordurosos, além de causarem muitos danos de modo geral ao organismo, ainda ajudam a aumentar o colesterol ruim.

Quando o colesterol ruim está muito elevado, não é só o coração que é afetado; há também um aumento no risco de doenças cerebrais, como derrames e até mesmo a demência.


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