Cânfora, a natureza agindo em nosso favor

A medicina alternativa tem sido cada dia mais utilizada por médicos que optam pelo tratamento…


A medicina alternativa tem sido cada dia mais utilizada por médicos que optam pelo tratamento fitoterápico, e até mesmo por pessoas que tomam conhecimento dos benefícios que as plantas nos trazem e escolhem tomar remédios naturais. A cânfora é uma planta conhecida popularmente como erva cavaleira. Nativa da Ásia Oriental, particularmente da Ilha de Formosa, do Japão e da China Meridional, a planta tem inúmeros benefícios para a saúde, inclusive por meio da aromaterapia, sendo um excelente estimulante dos nervos.

Cânfora

Foto: Reprodução

Princípios ativos e indicações

Indicado para enjoos, gases, contusões, dores musculares, reumatismo e frieiras, além de ser também um ótimo sedativo. Além disso, é eficaz no tratamento de doenças nervosas, hipocondria, histerismo, convulsões, epilepsia, melancolia e nevralgias. Seus princípios ativos são compostos da série aromática, alcoóis, cetonas e óxidos, e pode ser usados como estimulante, antisséptico, parasiticida, antitérmico e anestésico local.


Posologia e modo de preparo

Em forma de pomada e talco, a cânfora pode ser comprada em farmácias de produtos naturais e também em algumas habituais. Como expectorante, prepare a vaporização de cânfora com folhas frescas, que devem ser colocadas em água e inaladas de três a quatro vezes ao dia. Para o mesmo efeito, pode ser feito um xarope das folhas com leite e mel. O chá, eficaz no alivio de dores do reumatismo, pode ser preparado com 500 ml de água fervida e duas colheres de cânfora, deixando a folha na água por aproximadamente 15 minutos. Coe e tome de três a quatro vezes ao dia.

O óleo essencial de cânfora

Além das formas apresentadas anteriormente, existe ainda o óleo de cânfora, muito usado como estimulante, anti-espasmódico, descongestionante, anestésico, calmante, anti-inflamatório, desinfetante, inseticida e calmante. Ele é obtido durante o processo de extração da cânfora, de dois tipos de árvore. O primeiro, Cinnamonum camphora, de onde a cânfora comum é obtida e Dryobalonops camphora, de onde é extraída a cânfora do borneo. Os óleos têm propriedades parecidas, diferindo apenas na concentração de compostos e no aroma.

O uso do óleo de cânfora, no entanto, deve ser feito com cautela. Ele é tóxico e, se ingerido em excesso, pode ser fatalmente venenoso. A ingestão em pequenas overdoses pode causar intoxicação como vômitos e sede excessiva por exemplo. O consumo interno de apenas 2g pode ser o suficiente para levar a pessoa a óbito.


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